domingo, 13 de julho de 2008

"Macumba Gospel"?


Alguns líderes têm usado de artifícios nada bíblicos para atrair novos convertidos e aumentar a renda mensal que vai parar nos seus ricos cofres.

O apóstolo Paulo pregava, usando a mensagem pura e simples da cruz e por isso foi um grande evangelista.

Atualmente podemos ver:

São "unções", objetos consagrados, correntes, etc. Reconstruíram até a arca
da aliança! Cada semana inventam uma "mágica" nova: "Pule a fogueira santa e
ganhe uma bênção", "cheire a rosa ungida e ganhe um milagre"...


Isso está mais para "macumba gospel" do que para Evangelho. Ou como já escutei: "não é macumba, é boacumba".

3 Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
4 E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
(II Timóteo 4:3-4)

Confesso que não me conformo com essas coisas e jamais me conformarei.

"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12 : 2)

Esse folheto da IURD expõe exatamente o que eu tenho falado.

Banho do descarrego com 7 elementos sagrados?! Onde está escrito na Bíblia que sal, arruda, enxofre, nardo, óleo, água do rio Jordão e sangue do cordeiro são elementos sagrados? Andam sacrificando animais por aí?

O sacrifício existia para cobrir os pecados das pessoas, antes da vinda de Jesus. Por isso, de tempos em tempos, as pessoas ofereciam sacrifício de animais e eram "selados" pelo sangue sacrificado.

O Sangue do Cordeiro Jesus já foi derramado. Estamos selados pelo Seu sacrifício de amor. Não precisamos de nenhuma macumba gospel.

Não sinto dizer que, se você acredita nessas "boacumbas", você está perdendo seu tempo com algo que não vem de Deus.

Não é questão de denominação de igreja local. Até porque não me canso de dizer que igreja não salva ninguém. A Igreja (Corpo de Cristo) somos nós, salvos pela graça, por meio da fé em Jesus Cristo.

Nossa Salvação é garantida por Jesus e para termos milagres nas nossas vidas não precisamos consultar nenhum "xamã gospel".

Bem, paro por aqui. Para ver o folheto ampliado, clique na imagem no início da postagem.

Adaptado Fonte: Cachola Cristã

domingo, 6 de julho de 2008

Videos da Cassiane no Programa Raul Gil

Ontem, dia 5/06 a cantora Cassiane participou do quadro Homenagem ao Artista, do programa Raul Gil. Recebeu diversas homenagens de artistas como Ana Paula Valadão, André Valadão, Lauriete, Kaká, Mara Maravilha, de seus produtores e músicos. Teve seus hinos interpretados por Robson Monteiro, Rick Vallen, Shirley Oliveira dentre outros. Além de tudo isso recebeu disco de ouro e de platina pela vendas de cds de seu último trabalho.
Mais uma vez damos parabéns a toda a equipe do programa, que tem aberto espaço para cantores evangélicos, como Aline Barros, Ana Paula Valadão e agora com a Cassiane.

Veja abaixo os vídeos dos melhores momentos do programa.

Robinson Monteiro - Com Muito Louvor



Rick Vallen - Hino da Vitória



Shirley Oliveira - Oferta Agradável a Ti



André Leonno - Ele Tem Poder



sábado, 5 de julho de 2008

Como Julgar uma Profecia?

Esse é um assunto polêmico, e é difícil achar textos e estudos bíblicos sobre ele. Pesquisando pela internet, encontrei um artigo, do site Pentecostalismo.

O julgamento de manifestações espirituais é uma ordenança bíblica. O apóstolo João escreveu: “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”(1Jo 4.1). O discernimento é uma necessidade para a igreja dos dias atuais, pois há um verdadeiro bombardeio de modismos doutrinários, heresias e misticismos antibíblicos. Em meio a essa confusão da espiritualidade pós-moderna, a “profecia”, ou melhor, a profetada é um dos meios em que muitas heresias têm sido gerada. Mas como julgar uma profecia?

Em primeiro lugar, a profecia não deve entrar em choque com os princípios ensinados na Palavra de Deus, ou seja, profecia não deve formular doutrina ou um novo ensinamento. O cânon da Bíblia já está fechado há séculos e por esse motivo, qualquer nova revelação não pode acrescentar ou tirar algo da Bíblia(Ap 22.18-19). Reivindicar uma nova verdade por meio de uma profecia, é falácia de herege.

Em segundo lugar, a profecia não serve como guia pessoal, uma espécie de horóscopo. Quantos não consultam a profetiza antes de viajarem ou montarem um negócio? Quantos jovens não se casam por meio de profecias? Há até programas de rádio especializados em profecias on-line. É muito relevante a observação daquele que foi um grande teólogo pentecostal, Donald Stamps:

Note que, em nenhum incidente registrado no NT, o dom de profecia foi usado para dirigir pessoas em casos que pudessem ser resolvidos pelos princípios bíblicos. As decisões no tocante à moralidade, compra e venda, ao casamento , ao lar e à família devem ser tomadas mediante a aplicação e obediência aos princípios bíblicos da Palavra de Deus e não meramente à base de uma “profecia”.

Em terceiro lugar, a profecia deve estar de acordo com os princípios estabelecidos em 1Co 14.3: “Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação”. O dom de profecia manifestará essa características. Edificar leva a idéia de uma construção abalizada, ou seja, a profecia trará crescimento e desenvolvimento para o receptor daquela mensagem, as “profecias” de morte chocam-se com esse princípio. Exortação no original significa encorajamento e consolo, isto é, “que encoraja e desperta, e desafia todos a avançarem em fidelidade e amor”.² Consolação no original significa encorajamento, sendo assim, um sinônimo de palavra anterior, fortalecendo o ouvinte da profecia.

Em quarto lugar, a profecia precisa ser coerente. Quantas “profecias” contraditórias. Em um certo culto, o Deus Pai falava por meio de um vaso, enquanto isso o Deus Filho falava por meio de outro vaso, em um momento das “profecias”, a Trindade começou a discutir! Quanta carnalidade!

Em quinto lugar, a profecia é julgada por meio do dom de discernimento de espíritos. Há várias manifestações de difícil avaliação e que somente com a ajuda do Espírito Santo é possível discerni-las. O teólogo pentecostal Gordon Chown escreveu: “Muitas vezes, o dom de discernimento de espíritos manifesta-se para alertar o crente quanto ao caráter maligno de certas obras e doutrinas, sem fazer-se acompanhar, necessariamente, de poderes especiais”. A necessidade desse dom é imprescindível para esses “tempos trabalhosos”.

Em sexto lugar, a profecia se cumpre. O profeta Jeremias proclamou: “O profeta que profetiza paz, somente quando se cumprir a palavra desse profeta é que será conhecido como aquele a quem o Senhor, na verdade, enviou”(Jr 28.9). Há “profecias” muito superficiais, que se aplicam a vários fenômenos sociais, ou seja, são muito óbvias. A profecia precisa ser clara e se for do Senhor se cumprirá.

Essas recomendações precisam ser aplicadas em meio a qualquer manifestação espiritual que supostamente seja uma profecia. Esse exame é bíblico e necessário, pois disse o apóstolo Paulo: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem”(1Co 14.26).

Autor: Gutierres Siqueira

terça-feira, 1 de julho de 2008

Quero Minha Religião de Volta

Abaixo, um texto interessante que li e me fez refletir sobre a atual situação da Igreja Evangélica Brasileira.

Antigamente, as igrejas evangélicas era lugares cheios de pessoas que conheciam a Bíblia de capa a capa, que se portavam reverentemente durante o culto e não raro, as pessoas do mundo admiravam os evangélicos por sua fé e esperança, mesmo nos momentos mais difíceis. São inúmeros os testemunhos de pessoas que vieram para Cristo após conviver com um crente genuíno. Este, normalmente descrito como alguém humilde, prestativo e sempre com um versículo bíblico na ponta da língua, para qualquer situação.

Os cultos nas igrejas evangélicas era cheios de hinos e coros profundamente inspiradores, refletindo as doutrinas fundamentais da fé cristã. O ofertório era uma demonstração de zelo e gratidão a Deus e o dízimo era um ato alegre de fidelidade ao Senhor. Quando o pastor subia ao púlpito, todos atentamente recebiam edificação através de uma pregação biblicamente fundamentada.

A pregação da Palavra era o centro do culto. Mesmo nas igrejas pentecostais, não era muito diferente. As classes de escola dominical estavam sempre cheias de crentes sedentos estudar e debater temas bíblicos. Esses eram os "crentes" de antigamente.

Hoje as coisas mudaram muito. E como mudaram! Os evangélicos são vistos como mais uma "tribo" urbana, assim como os sufistas ou os hippies, que tem musica própria, gírias e slogans próprios. O culto reverente, virou entretenimento. O momento de destaque no culto, já não é mais a meditação na Palavra de Deus, proclamada por um pastor bem preparado teologicamente, mas sim o momento de "louvor" (momento musical), dirigido por bandas com caros aparelhos de som.

As letras dos cânticos só falam em noiva, paixão, e constantes repetições de forte apelo emocional. O dízimo virou "ato profético" e o ofertório barganha com Deus. Não se pede mais nada a Deus. Decretam coisas para ele fazer da maneira mais arrogante possível. Descaracterizaram a igreja, sob a desculpa de "quebrar a religiosidade". O "louvor" não pode ser menos de uma hora, mesmo que a pregação se reduza a 15 minutos ou menos. A doutrina é colocada em segundo plano, pois o que importa é "adorar".

A Bíblia já não é tão importante para a pregação, pois o negócio é buscar "novas revelações" ( eles devem achar que a Bíblia está ultrapassada), tornando a hermenêutica e a exegese descartáveis, e consequentemente descartando a boa preparação teológica.

Já chega, quero minha religião de volta! Quero de volta a igreja com cara de igreja. Os cultos reverentes, o povo sedento por aprender a Palavra de Deus, o sentimento de contrição e submissão diante do Deus Soberano e Criador de todas as coisas. Quero de volta o tempo em que cultos racionais eram regra e não exceção. Quero de volta a centralidade da Bíblia e não a busca de "revelações dos ultimos dias". Quero de volta o tempo que ser pastor era ser um religioso consagrado e não um empresário eclesiástico.

Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. I Co 15: 3-4

Autor: Francisco Belvedere
Fonte: www.luz.eti.br

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