segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sinais do Fim dos Tempos


Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; e haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. (Lucas 21:10,11)

Cremos que a Igreja de Cristo, sua noiva, não estará na terra durante o período da Grande Tribulação (Apocalipse 3:10; 1 Tessalonicenses 4:17; 5:9; ). Os julgamentos que virão com a abertura dos selos, trombetas e taças são juízos de ira. E Deus não tem destinado sua ira para nós, seus santos (1 Ts 5.9). O retorno do Senhor é a bem-aventurada esperança da Igreja.
Assim, esperamos um arrebatamento pré-tribulacionista (antes da Grande Tribulação). Somente neste mês de julho estamos vendo tantos sinais, dignos de ser classificados como uma prévia dos tempos finais. Veja abaixo links de conceituados jornais sobre o que está acontecendo.

1) Sinais no Céu

a) Ninguém sabe o que está causando estas explosões de radiação no espaço - Gizmodo - UOL
http://gizmodo.uol.com.br/explosoes-radiacao-espaco/

b) Nasa detecta um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz da Terra - Gizmodo - UOL
http://gizmodo.uol.com.br/nasa-sinal-misterioso/

2) Guerra e Rumores de Guerras

a) Ataque de Israel a Faixa de Gaza matando civis, dentre estes, muitas crianças
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/ataque-de-israel-mata-palestinos-em-escola-da-onu.html
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2014-07-27/israel-retoma-ataques-na-faixa-de-gaza.html

b) Conflito na Ucrânia, derrubando até avião civil, matando todos tripulantes e passageiros
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/abate-do-aviao-na-ucrania-pode-ser-considerado-crime-de-guerra-diz-onu.html
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/abate-do-aviao-na-ucrania-pode-ser-considerado-crime-de-guerra-diz-onu.html

3) Pestilências

a) Novos surtos do mortal vírus Ebola  matando centenas de pessoas na África
http://www2.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=531521
http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/ebola-mata-medico-que-lutava-contra-surto-em-serra-leoa,9806f81ea6387410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

Não fique despercebido caro irmão. O mundo está um caos. Fiquemos atentos ao que o Espírito diz as igrejas, busquemos ao Senhor e andemos vigilantes, pois a qualquer hora, no tempo de Deus, a trombeta irá soar, está você preparado?

Eis que eu digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. (1 Coríntios 15:51,52).

terça-feira, 29 de julho de 2014

Chamado da Juventude


Temos como objetivo restituir a idéia e o chamado de santidade na mente de cada jovem e adolescente. Santidade hoje em dia é algo considerado antigo, ultrapassado, descartável. Porque, esta, foi associada à ser cafona, brega, chato, não viver a vida, não poder desfrutar do que é "bom", e viver preso no "mundo do não", trazendo um sentimento sombrio, negativo e extremamente cansativo. 

Em primeiro lugar, moda, estilos, gírias, linguagens podem sim ser ultrapassadas, porém, ser santo não é algo carnal e almático e sim totalmente espiritual: "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente." I Coríntios 2:14, um chamado onde sua definição não é estabelecida a cada década e sim é respeitada, observada e vivida à luz da palavra. 

Em segundo lugar, os "inimigos" da santidade reposicionaram na mente humana a idéia de santidade como se fosse uma mulher velha, séria, de preferência de óculos, sem um único sorriso... Mas a santidade não está associada à aparência morta, até porque a palavra de Deus diz que o coração alegre formoseia o rosto. E se santidade é um chamado, entendemos que quando o cumprimos em um propósito, tornamo-nos jovens satisfeitos e os mais felizes da face da terra. 

Aparência sem um coração santo gera hipocrisia, assim como um coração renovado sem mudanças interiores gera um emocionalismo. Porém, santidade gera equilíbrio! E em último lugar, santidade gera prazer, porque você sai do mundo do não (não pode isso, não pode aquilo) e entra no mundo do sim, sim de Deus, onde se gera: liberdade, plenitude, cura, libertação, salvação, alegria e uma pureza irresistível, "santidade à flor da pele". Esse é o padrão de ser feliz onde você se encaixa! Deus quer reposicionar essa "velha idéia" em seu coração. Vista essa camisa! Deus trará uma revolução de santidade através de você! 

Por Monte Sião

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Fui a Jerusalém buscar Poder


A febre hoje é judaizar... e quem procura judaizar a igreja comete tremenda judiação! Mas desde o toque no shofar dos cânticos de alguns anos atrás, crentes e mais crentes são atraídos pela proposta de adotar liturgias cada vez mais judaicas. O número de igrejas que se transformam em verdadeiras sinagogas não para de crescer. Lamentável... Mas o que é ainda mais lamentável é a busca de alguns por poderes e unções especiais viajando para Jerusalém. 

Outro dia vi um pastor dizer no Facebook que só agora a igreja começava a receber a bênção financeira que ele tinha ido buscar em sua viagem para a Terra Santa! Tem também aquela coisa de vender a água do rio Jordão em frascos especiais, colocar o nome de enfermos no livro que será levado para o monte das oliveiras, etc, etc, etc. São as indulgências do século XXI.

Mas que história é essa de ir buscar poder e unção em Jerusalém? Não foi Jesus mesmo quem disse que já havia chegado o tempo que não se adoraria mais nem em Jerusalém nem no monte Gerizim, porque os verdadeiros adoradores adorariam o Pai em espírito e em verdade? Jesus não inaugurou um novo tempo de adoradores sem limitações geográficas? Se nem mesmo o judeu, na nova aliança, segundo o autor de Hebreus, precisa peregrinar até Jerusalém para sacrificar, por que o crente tupiniquim vai achar que sua oração em Jerusalém terá unção especial? Estaria Deus limitado pela geografia? Voltamos ao período dos patriarcas, do pré-exilio babilônico, quando se pensava que os deuses eram territoriais? Quando os judeus foram levados para o cativeiro babilônico, a visão de Ezequiel era clara: Deus não está limitado, preso em Israel. Deus, montado sobre um querubim, está aqui também na Babilônia e vem ao nosso socorro! 

A mensagem da cruz não é diferente. Cristo cumpriu sua missão de dar vida aos adoradores por meio de sua morte, agora, como nova criatura, por meio de um nascimento espiritual, os verdadeiros adoradores podem adorar verdadeiramente a Deus independente do lugar para adoração. Não é o monte Gerizim tão pouco Jerusalém, o que importa é ter nascido de novo para adorar em espírito e em verdade aqui mesmo no Brasil. 

Autor: André R. Fonseca
Fonte: www.andrerfonseca.com

sexta-feira, 20 de junho de 2014

É tempo de Copa do Mundo

 
 
"Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos" (Efésios 4.17).
 
Teve início na semana passada um dos períodos que, como brasileiros, mais apreciamos: a Copa do Mundo de Seleções da FIFA. É impressionante como gostamos desse período. A nação praticamente se transforma. Tudo passa a girar em torno da Copa do Mundo. Reunimo-nos com familiares e amigos para nos divertirmos vendo os jogos. É bem verdade que pessoas de outras nações também se empolgam com a Copa do Mundo. No entanto, reconhecidamente, há algo diferente com o brasileiro.
 
O jornalista americano John Oliver, durante o programa Last Week Tonight, falou do futebol como sendo a religião do brasileiro. Em apoio à sua afirmação ele exibiu o depoimento de algumas pessoas, inclusive brasileiros, confirmando, num tom jocoso, que o futebol é a religião dos brasileiros. Podemos nos apressar e discordar dessa afirmação. Podemos protestar contra ela, dizendo que, não, o futebol não é nem nunca será a religião do brasileiro. No entanto, eu gostaria de ser mais cauteloso nisso. É bem sabido que qualquer coisa boa e saudável, quando superestimada, quando supervalorizada e absolutizada pode vir a se tornar aquilo que, na teologia, chamamos de "deus funcional", ou mais popularmente, um ídolo do coração. O Pr. Paul Tripp define um ídolo do coração assim: "Um ídolo do coração é qualquer coisa que me governe que não o próprio Deus" (Instrumentos nas Mãos do Redentor. p. 100).
 
Assim, um ídolo do coração é tudo aquilo que dirige nossas emoções, nosso pensar, nosso comportamento, que não o Senhor, segundo a sua Palavra. Quando vista por essa ótica, fica claro que, se não vigiarmos, o futebol e a Copa do Mundo podem acabar se transformando em ídolos. Nossa luta, então, é não permitir que isso ocorra. Então, como podemos lutar contra isso ao mesmo tempo em que nos divertimos e torcemos pela nossa seleção. Seguem aqui dois conselhos que, creio eu, podem ser úteis:
 
1. Não permita que tua devoção ao Senhor seja atrapalhada pelos jogos da seleção brasileira e pelos demais jogos
 
Não negligencie o culto ao Senhor por causa de algum dos jogos, nem mesmo por causa de um jogo da seleção brasileira. Nosso coração se inclina diante daquilo que mais valorizamos. Se for o Senhor, valorizaremos mais o momento do culto do que a seleção. Se for a seleção, então, ela ocupará um lugar que, por direito, pertence ao Senhor. Um bom teste para sabermos o que nos governa será no dia 13/07, na final, caso o Brasil chegue lá.
 
2. Não permita que a comunhão com os irmãos sofra algum dano por causa dos jogos da seleção
 
Vivemos um momento em que as afeições dos brasileiros estão divididas quanto a torcer ou não pela seleção brasileira. Assim é que, mesmo em relação a quem tenha uma postura discordante da nossa, devemos evitar que a nossa comunhão sofra alguma ranhura. Por isso, precisamos ter cuidado com xingamentos (Efésios 4.29), provocações e incitação à ira. Lembremos sempre que há algo muito maior que nos une. Portanto, não permitamos que aquilo que é menor nos influencie nesse sentido. O desejo do meu coração é que nos divirtamos nesse período, mas a minha convicção é que há uma maneira piedosa e cristã de fazermos isso.
 
Fonte: Rev. Alan Rennê Alexandrino Lima no Facebook, via Bereianos
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